Art

Técnica e suavidade com Fernanda da Silva Silveira

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Hoje vamos conhecer um pouco da artista Fernanda Silveira. Que com muita suavidade e talento passa para o papel e digital toda a sua essência.

Conte-nos como começou o seu interesse pela arte.
Meu interesse pela arte começou desde pequena. Um dia minha avó decidiu começar a comprar cadernos para mim quando eu comecei a rabiscar o sofá dela com caneta esferográfica *risos*, então quando eu ia na vendinha da esquina da casa dela a minha maior felicidade era comprar um caderno e uma caneta para ficar horas desenhando no papel, rabiscando meus heróis favoritos de desenhos animados. Quem iria adivinhar que eu viria a me apaixonaria pelo 3D na faculdade e hoje eu estaria realizando um sonho, estudando na Vancouver Film School com uma bolsa de estudos integral que ganhei por causa da minha arte? Nunca desista de sonhar!

Qual o estilo de arte que você mais gosta/utiliza?
Os estilos que eu mais gosto são a arte em aquarela, Ilustração digital e a arte 3D.

Qual Wacom utiliza? Por quê?
Eu utilizo uma Wacom Cintiq, sempre fiquei maravilhada com a possibilidade de desenhar direto no computador podendo olhar para a mesma tela em que eu desenho como se fosse um papel, então ela era meu sonho de consumo. Fiquei muito contente quando finalmente consegui comprar e ela foi realmente tudo aquilo que eu imaginava!

Como foi a transição do papel ou do mouse para uma Wacom?
Foi difícil, não posso negar, trocar o papel em que eu estava acostumada para começar a desenhar no digital, mas depois que você pega o jeito você não quer saber de outra coisa! E é incrível o quanto você economiza em materiais de arte *risos*.

Quais são seus maiores ídolos ou influências?
Tenho muitos ídolos! Sou muito influenciada pelo Walt Disney Studios e também pelos desenhos japoneses. Na internet você encontra muitos artistas maravilhoso também! Acredito que os ilustradores que mais me inspiram são a Nina Stajner, Mall Licudine, Chiara Bautista, Loish entre tantos outros incríveis! Já no 3D com certeza é o Victor Hugo Queiroz, Natália Freitas, Pedro Conti e Letícia Gillet, todos brasileiros. O Brasil é uma grande fábrica de artista 3d! *risos* Espero um dia ser a inspiração de alguém também.

Explique um pouco como funciona o seu processo criativo.
Meu processo criativo é meio conturbado! Na ilustração, se eu decidir racionalmente que vou desenhar, normalmente eu começo pensando em alguma ideia, depois busco muitas referências de artes que tem algo relacionado ao que pensei para complementar a minha ideia, então busco fotos de pessoas/animais para usar de referência para as poses, depois faço muitos rabiscos no photoshop, e quanto estou satisfeita com algum rabisco começo a passar a limpo. Depois que tenho a forma pronta, começo a busca de referência de cores, o segredo está na incansável busca de referências e muita prática! Assim como o 3D, ele é um processo um pouco diferente pois não tenho uma regra para seguir. Depende muito no que quero fazer, as vezes eu olho uma ilustração de alguém e quero transformar em 3d, as vezes faço minha própria ilustração, as vezes quero focar só em uma coisa, como textura de cabelo por exemplo, então muda completamente o processo. Mas o segredo ainda é muita referência e estudo, não tem atalhos na longa jornada do 3d. *risos*. Nunca desistir é meu processo em tudo, por mais insatisfeita que eu esteja o importante é saber que a cada projeto eu vou melhorar um pouco.

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